Dentro do ônibus acabo encontrando sempre pessoas de vários tipos e sempre, também, têm aquelas que me chamam mais a atenção. Hoje fiquei observando uma mulher, ainda jovem, lendo. Parecia bem interessada e eu fiquei curiosa pra saber em qual livro ela jogava sua total atenção. Não consegui ver a capa, mas faltou pouco pra perguntar à jovem.
Sempre fico assim, tentando adivinhar o que pessoas "comuns", que eu vejo na rua, estão pensando enquanto eu as observo.
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
terça-feira, 14 de agosto de 2007
Hoje ouvi uma história de amor...
Eles se conhecerem em uma dessas festinhas. Começaram a namorar e depois de três meses terminaram. Seis meses depois, como a saudade era grande, eles voltaram. Mais dois meses e eles terminaram. Ele namorou outras e ela, outros. Depois de três anos... Adivinha?
Hoje já são vinte e cinco anos e alguns filhos.
Eles se conhecerem em uma dessas festinhas. Começaram a namorar e depois de três meses terminaram. Seis meses depois, como a saudade era grande, eles voltaram. Mais dois meses e eles terminaram. Ele namorou outras e ela, outros. Depois de três anos... Adivinha?
Hoje já são vinte e cinco anos e alguns filhos.
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Deitou logo depois do almoço para relaxar e, sem intenção, só foi acordar depois das cinco. Pensou no que ia fazer, já que daqui a pouco seria noite e deveria estar em casa. Sem pensar duas vezes, resolveu sair a pé, rápido. Nada como andar um pouco e ver pessoas pra "esquecer" (se isso é possível) algumas coisas. Por três horas ela conseguiu se distrair, pensar em coisas bobas, nada importantes. E isso foi bom. Sentiu um aperto no peito quando voltou pra sua casa, porque já era noite e lembrou que amanhã acordaria bem cedo de novo. E como ela odeia isso. Comeu, sentou e ficou olhando pra televisão, ligada, sem saber o que fazer. Talvez escrever um pouco... Foi o que ela fez. Estava online naquele programinha bobo que serve pra conversar com pessoas. Observou que várias estavam conversando com ela, que não respondia. Acabou cedendo e conversando apenas com a melhor amiga, que sempre a distrai mais. Desistiu da Internet e foi pro quarto, na tentativa (sem sucesso) de dormir. Enquanto nem isso ela conseguia fazer, ficou pensando em todas as coisas importantes, pelo menos pra ela, que aconteceram em dois anos. Os detalhes, que são as melhores coisas dos encontros; as mãos e o que elas fizeram; os olhos e como eles se fixavam onde não deviam... Sempre lembra de tudo. Tola.
Quarta feira, o meio da semana ainda.
Quarta feira, o meio da semana ainda.
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
Acordar e lembrar que era segunda feira, foi a pior coisa que ela fez hoje. Ver as mesmas pessoas e ouvir a mesma ladainha enjoa qualquer um. Pulando essa parte sonolenta, a tarde vieram os joguinhos que deixaram ela mais alegre. E depois, como todos os dias, ela voltou a dormir pra acordar e começar tudo de novo.
Só troca a segunda pela terça feira.
Só troca a segunda pela terça feira.
domingo, 5 de agosto de 2007
Se você soubesse...
Da minha imensa saudade de você. Aquela sensação de vazio é o que ando sentindo nesses últimos meses, aquela louca vontade de tê-lo por perto. Por que foi tão frio aquele dia? Seis meses e eu só queria você, pra uma simples conversa, uma única. Penso como anda desde a última vez que nos vimos. Continua com suas milhões de músicas estranhas? Machucou o braço de novo? Foi ao médico? Amizades novas? A febre de sempre?
Pre-ocupação é horrível quando se está longe, e é normal quando se ama. Saudade é horrível quando se está longe e, quando perto, ela não existe.
Mas tudo se encaixa, eu sei, e pressa é uma coisa que eu não tenho.
Até às oito horas da manhã de qualquer dia.
Da minha imensa saudade de você. Aquela sensação de vazio é o que ando sentindo nesses últimos meses, aquela louca vontade de tê-lo por perto. Por que foi tão frio aquele dia? Seis meses e eu só queria você, pra uma simples conversa, uma única. Penso como anda desde a última vez que nos vimos. Continua com suas milhões de músicas estranhas? Machucou o braço de novo? Foi ao médico? Amizades novas? A febre de sempre?
Pre-ocupação é horrível quando se está longe, e é normal quando se ama. Saudade é horrível quando se está longe e, quando perto, ela não existe.
Mas tudo se encaixa, eu sei, e pressa é uma coisa que eu não tenho.
Até às oito horas da manhã de qualquer dia.
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